O
dia em que ela virou fêmea |
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Quando era adolescente, eu tinha uma
namorada bem mais nova e não rolava nada mais do que beijinhos no
portão. Depois, o namoro acabou e os anos foram passando. Hoje,
sou casado e feliz, mas como a maioria dos homens, não resisto a
uma escapadinha. A que vou contar aconteceu quando minha mulher
viajou para a casa dos pais, onde ficaria sete dias.
Comecei a farra no dia seguinte, um sábado propício à sacanagem. Fui à boate
com os amigos e lá encontrei Juliana, minha ex-namorada, com um vestido sensual,
os mesmos lábios carnudos, bundinha escultural e uns peitinhos de das água na
boca. Ela me enlouqueceu de cara, jogando aquele olhar sedutor em minha direção.
Sentei na mesa com um copo de cerveja na mão e fiquei completamente desligado,
só apreciando aquela ninfeta sozinha, parecendo esperar alguém. Após alguns minutos,
chegou a tia dela e saíram juntas, rebolativas. Fui atrás mas perdi a dupla de
vista, para desespero meu. As horas foram passando e nada delas voltarem. Não
seria daquela vez o reencontro, pensei, bebendo mais uma cerveja e domando a
vontade.
No domingo, saí de casa novamente e dei uma volta em frente à boate. Encontrei
os amigos, mas nada de Juliana. Desisti e tive uma surpresa ao avistar perto
de casa um carro parado, piscando. Era Juliana me chamando para entrar. Sem perder
tempo, entrei e nos dirigimos para uma estrada de terra longe dali.
Ela estacionou o carro, abri a porta e, sem que eu falasse nada, me deu um beijo
de língua, transpirando tesão por todo o corpo. Com cuidado, fui tirando a calça
de Juliana e beijando aquela bundinha linda e durinha. A minúscula calcinha asa-delta
vermelha foi arrancada com os dentes e quase fui às nuvens a bordo dela.
Comecei a beijar a barriquinha, os pelinhos dourados e os peitinhos. Com os dedos,
toquei aquele sensível clitóris, fazendo Juliana se contorcer e morder os lábios.
Intensifiquei os movimentos e apliquei a língua naquela xavasquinha cheirosa.
ao mesmo tempo, alisava os peitinhos e aquela maravilhosa bundinha. 'Vai, mete,
não agüento mais esperar', dizia, enfiando as unhas nas minhas costas.
Quando Juliana já estava lubrificada, me ajudou carinhosamente a colocar a camisinha.
Depois, ajoelhei entre as lindas pernas da minha namoradinha, encostando a cabeça
de meu membro na entrada daquela meiga xoxotinha. Quando ultrapassei os pequenos
lábios vaginais, ela rebolava de tanto tesão. Introduzi meu mastro freneticamente
naquela gostosa e apertadinha bocetinha.
Minhas estocadas começaram a ficar mais fortes e aceleradas, pois estava chegando
o momento supremo do gozo e Juliana gemia como uma gata no cio. Em busca de mais
prazer, mudamos de posição e ficamos frente à frente. Ela sentou no meu caralho,
subindo e descendo com vontade, com as unhas cravadas em minhas costas.
Depois que ela gozou, tirei o mastruço de dentro daquela rachinha melada e comecei
a esfregá-lo no buraquinho que recheava a bundinha de Juliana. Estava doido para
possuí-la e o cuzinho parecia mais relaxado depois da minha manipulação, como
que convidando para a invasão. 'Pode meter, mas vai devagar porque nunca deixei
ninguém entrar aí', disse, com a voz mais sensual do mundo.
Tomei posição na entradinha dela e procurei não me afobar. Juliana se remexia
para a frente e para trás e eu suava só de ver o balanço daquela bundinha gostosa.
Tive que me segurar muito para não atochar os bagos naquele cuzinho apertado
que quase estrangulava meu pau. 'Não tenha pena. Vai gostoso, vamos gozar juntinhos',
pedia sem medo.
Pedido feito, agarrei os ombros de Juliana, acelerei os movimentos e, numa derradeira
estocada, depositei nas profundezas o mais puro dos leites. Com os corpos colados,
trocamos carícias e palavras carinhosas. Estava feliz por finalmente possuir
minha primeira namoradinha, mas sabia que a aventura ia acabar. Nos encontramos
mais duas vezes antes de a minha mulher voltar de viagem. Hoje espero a próxima
viagem da patrôa para dar a próxima escapada, e quem sabe, reencontrar Juliana. |
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