Eu e R fazíamos
um ano de casados, e graças à generosidade de seus pais decidimos
assinalar tal data com umas férias em Cabo Verde. Cumpridas as
formalidades do desembarque e mal saímos do Aeroporto Internacional
da Cidade da Praia apanhamos o primeiro táxi que encontramos junto
ao portão de saída, um velho carro desengonçado que não consegui
identificar a marca, conduzido por um jovem negro, dos seus 30
anos de idade, vestido de forma simples mas cuidada, óculos sol
Rayban, e cabelo cortado à escovinha. Não viajávamos integrados
em nenhuma excursão e reservara-mos dez dias numa residencial
na Prainha, conhecida de uns amigos nossos, mesmo próxima do mar,
mas mal o avião começara a sobrevoar a Ilha de Santiago R e eu
apaixonáramo-nos logo pelo nosso destino de férias. A Cidade da
Praia então, avistada do alto parecera-nos simplesmente fabulosa,
composta como é por um conjunto de planaltos chamados achadas
onde se concentra quase exclusivamente a ocupação urbana e os
respectivos vales, pelo que decidíramos de imediato alugar um
táxi que nos levasse a dar uma volta pela capital do arquipélago
em vez de seguirmos directamente para a residencial.
- Para onde patrões? - perguntou o negro, de dentes altos, brancos,
polidos, depois de nos ter ajudado a colocar a bagagem na mala,
que era bastante espaçosa.
- Leve-nos a conhecer a cidade - respondeu-lhe meu marido.
- Portugueses? - quis saber. Dissemos que sim e ele comentou:
- Tenho um irmão em Portugal a trabalhar nas obras. Também quero
ir para lá. Eu e minha mulher trabalhámos no duro para juntar dinheiro
que nos permita pagar a passagem para Portugal. Lá ganha-se mais
do que a trabalhar aqui em Cabo Verde.
O taxista encaminhando-se em direcção ao centro da cidade não tardou
a apanhar a Av. Cidade de Lisboa, na época muito degrada apesar
de ser uma das vias principais da capital cabo - verdiana já que
assegura parcialmente a ligação ao aeroporto, e ao fim de algum
tempo reconheci, por já ter visto imagens, estarmos passando no
bairro central onde a cidade nasceu, o Plateau, onde se concentram
os serviços públicos, o Palácio Presidencial e a sede da Câmara
Municipal. Mas eu não estava prestando muita atenção aos locais
por onde passávamos, meus olhos tinham-se fixado com mais persistência
nos ombros largos e espadaúdos do negro. Já fodera uma ou outra
vez em Coimbra com rapazes de cor e nenhum deles desmentira o boato
que eu sempre ouvira e confirmo de serem dotados de pilaus bem compridos
e grossos. Sempre que levara com tora de negro ficara bem arreganhada
e o tamanho das mãos daquele, seus ombros e até seus dentes, me
diziam ser ele muito bem dotado. Desde que me casara ainda não voltara
a dar para outro homem que não meu marido e acho que apesar de minhas
divagações não era isso que estava pensando fazer. Mas casada com
um meia pila como é R, e como o taxista trazia uma aliança no dedo,
sei que me estava roendo de inveja da mulher dele que tinha um cacete
bem abonado como eu aprecio, que a podia consolar quando quisesse,
e como me sentiria feliz se pudesse provar dele uma vez que fosse,
naqueles dez dias de férias que se estavam iniciando. Tais pensamentos,
e talvez também o calor que se fazia sentir no veículo apesar dos
vidros abertos começaram a fazer-me sentir húmida. Comecei a acariciar
a pássara com a mão por cima da saia curta, e como dizia uma antiga
colega minha de putedo que mais vale uma pila mesmo pequenina na
mão de uma puta do que duas bojudas a voar sem mão de puta nenhuma,
comecei com a outra a fazer festinhas no fecho das calças de R,
esse sim de máquina de fotografar em punho batendo chapas constantemente
pois sempre adorou fotografia. Foi o que bastou para ele se virar
para mim sorridente beijando-me na boca e começando a sugar-me a
língua. Conhecendo-me puta como sou viu logo que queria uma trepada
ali o que originou que sua pilinha apesar das reduzidas dimensões
se entesasse sobre as calças. O motorista começando a aperceber-se
de nossas movimentações no banco traseiro, ajeitou o retrovisor
sem procurar disfarçar e começara a seguir-nos com os olhos mais
atentamente. Não dissera ainda nada mas pelo sorriso matreiro que
exibia nos cantos da boca via-se que nossa exibição erótica lhe
estava começando a agradar. Parecia-me até que de vez em quando
sua mão esquerda descia do volante baixando-se até à área genital
e não duvidava nada que ele também se estivesse tocando. Sabia que
R não ia gostar nada de ver exposta sua pila perante um homem muito
mais bem dotado mas perante o volume de seu tesão sobressaindo das
calças não resisti a tirar-lha fora e a punheteá-la.
- Atenção aí à estrada - observou-lhe R notando igualmente que o
taxista estava mais atento às nossas manobras do que ao trânsito
e provavelmente muito embaraçado em que o outro lhe visse o tamanho
do instrumento. O condutor riu-se, pediu desculpa mas já andava
conduzindo aquele táxi há 3 anos e era a primeira vez que alguém
usava o banco traseiro para fazer meninos. Quis saber se éramos
namorados. Foi eu quem respondi e como tenho o prazer de arruinar
a minha reputação quando sei que isso me vai deixar incólume, disse-lhe
que nos tínhamos acabado de conhecer por mero acaso no avião. Ele
voltou a olhar para trás pelo ombro mas pareceu nem ter visto a
piroca de meu marido que também se entesou mais com minha resposta.
Se fosse meu órgão que estivesse exposto estou certa que o negro
taxista olharia com mais minúcia.
- Ah! Acabaram de se conhecer e já chegaram a tanto, patrões? A
menina é bem safada, não é? - e riu-se.
- Sou sim - confirmei - embora em Portugal por vezes me chamem outro
nome. Mas não quero sofrer um acidente logo na primeira vez que
visito o seu país. Por isso se quiser ver pode ver, mas pelo espelho
e sem tirar os olhos da estrada.
E rimo-nos mais. Aquela boa disposição pusera-nos a todos à vontade,
o taxista parecia-me cada vez mais um sujeito agradável, e R estava
satisfeitíssimo com a punheta que lhe estava tocando.
- Estejam à vontade - disse o taxista voltando a meter a colherada
e olhando-nos pelo retrovisor - que se sujarem o assento eu limpo.
As mãos de meu marido tacteando-me as pernas já tinham encontrado
o caminho da greta e afastando-me a calcinha para os lados seus
dedos entretinham-se a penetrá-la. De vez em quando R tirava-os
fora e dava-me a chupá-los ou chupava-os ele mesmo. Vê-lo sofrendo
um bocadinho de humilhação genital vinha mesmo a calhar e eu curvando-me
sobre seu ouvido disse-lhe suficientemente audível para que o motorista
escutasse:
- Tens a pilinha tão pequena R que quando me metes o dedo nunca
sei qual das duas coisas estás metendo - afinal se eu perante o
taxista ia ficar com fama de puta que mal haveria em que R ficasse
com a de piça curta? Seu pau amochou um pouco como esperava, ele
na época ainda não estava habituado a ver evidenciada perante outros
homens a pequeninez do seu órgão masculino e eu aproveitando para
lhe exigir que me consolasse de outra forma, não perdi a ocasião
de o achincalhar mais um pouco de tal modo a presença do motorista
me excitava:
- Não me digas que te vais abaixo antes de me a dares a provar (a
emoção do motorista foi perfeitamente perceptível quando pronunciei
tais palavras). Anda, dá-me ao menos um bom banho de língua no grelo.
Um minete é algo que deixa sempre meu marido em pé e mais uma vez
isso aconteceu. Descalcei meus sapatos, encostei as costas a uma
das portas e meia sentada, meia deitada, com as pernas ao alto dobradas
pelos joelhos pois o espaço não me permita estendê-las, deixei que
meu marido me levantasse a saia, me baixasse a calcinha e me desse
na rata um bom tratamento oral que me fez vir logo ali. O negro
estava cada vez mais encantado com aquilo. Sempre que o movimento,
ou os semáforos lhe impunham parar, ele voltava-se para trás deleitando-se
com nosso acto e sobretudo com a imagem de meus pentelhos fartos
e da minha pachacha escancarada que ele de vez em quando conseguia
lobrigar. Devia ser tão voyeurista como meu marido.
- Muito bem, patrão, você sabe da matéria não há dúvida - dizia
contente para R como se fosse ele quem me estivesse dando uma, vendo-me
gemendo de prazer. Nos semáforos quase sempre eram os veículos de
trás quem buzinando lhe indicavam ter o sinal passado a verde, tão
absorto o nosso espectáculo o deixava. E é claro sua mão era com
cada vez mais frequência que se lhe dirigia para o baixo - ventre
embora eu tivesse a certeza que apesar do tesão que sentia não tirara
a pila para fora.
O caralho de R estava insuflado de novo e mais duro que um tronco
como ficava de cada vez que me fazia um minete. Dos cantos da boca
pingavam-lhe os vestígios liquefeitos do meu gozo. Agarrei-lhe as
faces e puxei-o para mim.
- Dá-me a tua língua, gaifoneiro, dá-me que eu quero saborear o
gosto do meu orgasmo.
Era o melhor filme porno que o negro assistira na vida. R beijava-me
na boca enfiando nela a língua ainda adocicado do meu mel derramado
que eu com a minha ia lambendo e sorvendo até a deixar limpa.
- Vou-te comer minha puta.
- Não quero outra coisa.
R sentou-se no assento, encavalitei-me nele, puxei-lhe as calças
para baixo enquanto ele me desapertava a blusa e me descobria os
seios que apalpou e trincou longamente à medida que eu ia enfiando
sua pilinha na minha rata e me deixava cavalgar por ela. Estávamos
no Miradouro Diogo Gomes de onde se avista o Ilhéu de Stª. Maria
mas não foi naquela tarde que podemos apreciar a paisagem. O taxista
conduzia agora a menos de dez à hora, só com uma mão, de tal maneira
não parava de com a outra "pentear" o vulto do bacamarte
que segundo imaginava eu devia de estar volumoso, e como me encontrava
fodendo de costas para ele só se queixava de uma coisa:
- Ao menos podiam deixar-me ver-lhe as mamas. Nunca vi as mamas
de uma branca. Redondinha e bonita como é deve ter umas maminhas
capazes de porem um homem maluco.
Bem, não é para me gabar mas não é o único a ter essa opinião mesmo
antes de mas ver. Fiz-lhe a vontade quando R se esporrou todo, já
eu me viera pela segunda vez. Limpei a pássara com um lenço de papel
e antes de me cobrir virei-me de frente mostrando-lhe os seios pelo
retrovisor. O motorista estacou subitamente, virou-se para trás
e pousou demoradamente os olhos neles antes de arrancar de novo.
A expressão de felicidade que ostentava.
- Lindas mamas, sim senhora, patroa. A minha mulher logo à noite
é que vai aguentar com as consequências do que vocês os dois acabaram
de fazer. E não lhe vai valer de nada dizer que está com dor de
cabeça, ou lhe veio a xica. Isto é, se eu aguentar até logo e não
tiver antes que dar um jeito nisto.
E com ele rindo-se muito mandámo-lo então rumar para a residencial
que reserváramos. Quando lá chegamos e ele nos disse o preço da
viagem entrei numa de continuar desempenhando o papel que o fizera
ter de mim.
- Veja lá amigo - disse-lhe - você hoje divertiu-se mais do que
num ano inteiro de trabalho. O espectáculo que lhe proporcionámos,
que você disse ser o primeiro e talvez seja o último antes de ir
trabalhar para a construção em Portugal, bem lhe podia levar a fazer-nos
um desconto.
Ele coçou a cabeça, disse que trabalhava para um patrão pelo que
qualquer desconto que fizesse teria de ser pago do seu bolso, e
insistiu que ele e a mulher faziam poupanças para poderem emigrar.
O único desconto que podia fazer era de não sei quantos escudos
cabo - verdianos que pelo que percebi era o preço de um bilhete
de filme porno. Afinal dizia ele com o sorriso matreiro a que já
nos habituara, só tinha visto, não participara em nada.
- Então você não se está a pensar guardar para mais logo fazer sua
mulher sofrer as consequências da nossa trepada? - perguntei-lhe
pegando nas palavras dele, mas ele não respondeu, apenas sorria.
E eu com um suspiro como quem não estava muito convencida do que
ia fazer continuei - Tenho a pássara toda lambuzada da esporra deste.
Você de certeza não ia querer meter nela assim mas se quiser descontar
na bandeirada o preço de um bochecho aí no mercado da rua, eu terei
muito prazer em fazer-lhe um. E não diga que não sabe quanto é.
Claro que sabia embora nunca tivesse sabido se nos enganou ou não,
nem queríamos saber. Disse quanto era, passei para o banco da frente
e como o sentisse algo inseguro como se à última da hora a minha
atitude o fizesse recear algo pedi a meu marido que saísse e assistisse
do lado de fora do carro. Apesar de a rua estar calma, o taxista
ainda perguntou se estava na disposição de o mamar naquele local
e como lhe dissesse que sim recostou-se para trás. Desapertei-lhe
o fecho e o cinto das calças até as desabotoar e baixar por completo
como fizera a R. Não me enganara. Um par de colhões bem vermelhos
que eu não conseguia envolver com as mãos, e um piçalho negro, sem
a aba do prepúcio cobrindo a glande vermelho - viva e com bem mais
de 20 cms. de tamanho. Quando lhe toquei com as mãos fantasiando
possuí-lo enquanto permanecesse em Cabo Verde e deixando que a pilinha
branca e fininha de meu marido, com os seus 11 cms. de extensão,
se entretivesse com a pássara da mulher do taxista se ela a quisesse,
o piçalho estava algo mole mas quando lhe comecei a sorver os tomates,
um de cada vez pois não cabiam ambos na minha boca, ele inchou desgovernado
batendo-me na cara como procurando impetuosamente a entrada de minha
boca. Não o deixei contudo entrar logo. Como uma serpente deitei
a língua de fora por entre os lábios semi-cerrados e tacteei com
ela a rachinha da cabeça da glande. Humm! Já apresentava algum leitinho
na ponta que tratei de limpar minuciosamente embora o cuspisse para
um lenço de papel. Quando lhe agarrei na base do bacamarte e o comecei
masturbando Viriato, pois assim me dissera chamar-se, esqueceu onde
estava e perdida toda a inibição, levantara-me a blusa até ao pescoço
amassando suas mãos nada delicadas mas másculas nas minhas mamocas,
voltando a fazer-me ficar excitada. Seus dedos eram tão grossos
que quando me baixei para lhe mamar no cacete não resisti a conduzi-los
até à entrada da minha pachacha onde removida de novo a calcinha
os deixei esfregando-se nela ao ritmo da sua piroca penetrando-me
até à garganta. Quando o senti começando a vir-se achei mais prudente
não lhe engolir a langonha. Apertando-lhe o mastro com força para
o obrigar a conter-se ofereci os biquinhos dos meus seios para receber
o dilúvio do seu tesão. E que manto de leite os cobriu. Tanto que
não sei se terá sobrado algum suficiente para que nosso motorista
pudesse nessa noite aleitar a esposa. Não a lamentei porém, ela
teria mais ocasiões do que eu para ser aleitada pelo marido. Não
ia aparecer em muito bom estado na residencial mas em contrapartida
que boa recepção tivera na minha primeira viagem a Cabo Verde.
O taxista igualmente feliz dizia ir tornar-se na inveja dos colegas.
E mais feliz ficou quando R tão satisfeito por se ter aliviado como
por ter visto outro homem aliviando-se em mim, lhe pagou na íntegra
o preço que inicialmente nos fixara. Agradeceu-nos muito dizendo
que se tivesse de cobrir a diferença como combinado antes da mamada
iria ter que pôr a mulher a fazer horas extras. E riu-se de novo.
Compreendemos logo a seguir porquê. Vendo que nos preparávamos para
entrar juntos na residencial após termos descarregado as malas,
perguntou se éramos noivos. Como lhe voltássemos a dizer que não
e nem passaríamos juntos as noites seguintes, voltou-se para R e
disse-lhe:
- O patrão desculpe, mas já vi que o senhor gosta de mulheres. É
provável que amanhã já queira despejar outra vez e não tenha com
quem. Se assim for procure-me no aeroporto e se não me vir pergunte
pelo Viriato aos meus colegas. Por uma pechincha arranjo-lhe uma
puta de 25 anos, bem limpinha, por uma noite inteira. É a melhor
pachacha da ilha de Santiago e a sua boca a fazer bochechos não
fica a dever nada á da sua amiga gordinha. Como sei? Porque é com
ela que durmo quando não me anda a ajudar a juntar dinheiro para
podermos ir trabalhar para Portugal. É a minha mulher e anda a fazer
biscatadas na vida quando chegamos à conclusão que além de render
mais era mais limpo que andar a vender peixe no mercado. E então
eu que detesto o cheiro de peixe.
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