Rebolei
na gafieira |
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Rebolei na gafieira Depois de alguns
dias curtindo a maior depressão porque tinha sido demitida de meu
emprego, minhas amigas foram lá em casa tentar me animar. Cismaram
que tinha que ira à festa da antiga turma da faculdade e só acabei
indo porque insistiram muito. O agito aconteceria numa gafieira.
Chegando lá, fui logo pedindo uma caipirinha e dançando bastante. Já que tinha
ido, queria me divertir. Só que não fiquei em uma dose. Lá pelas tantas, com
mais outras caipirinhas na cabeça e dançando freneticamente, chamei um rapaz
alto, loiro, que estava por lá para conversar. Como estava doidona, fui logo
agarrando o cara, que se chamava Alex, e tasquei-lhe um beijão. Nossos corpos
se tocavam e senti logo que o pau dele era enorme. Aquele volume pulsava por
baixo da calça, se esfregando nas minhas pernas, querendo pular na minha xoxota
alagadinha. 'Vamos dar uma trepadinha?' Alex deve ter me achado uma vagabunda,
mas adorou, só não sabia que eu queria era trepar ali mesmo.
Puxei o gato pela mão e levei até a varanda, onde segurei aquele caralho, abrindo
a calça dele. O salão estava cheio e escuro, facilitando o nosso lado. Encostei
minha bunda em seu pau e comecei a dançar no ritmo da música. Num gesto rápido,
abaixei um pouco a meia-calça e levantei a saia. Nunca vi um homem acertar minha
xoxota na primeira enterrada, e de pé! Ele meteu de uma só vez, até os bagos,
me arrancando um 'ai' de dor e prazer.
A pica era grossa, e pulsava dentro de mim. Gozei uma, duas, três vezes, quando
ele me encheu daquele suco quente. Para disfarçar, continuava rebolando, facilitando
a penetração. Só levei um susto quando um senhor elegante chegou na varanda para
fumar. Ele olhou para nós, coçou o pau e deu um risinho, não notando que a porra
de Alex escorria por minhas coxas. Ajeitei a roupa, peguei um lenço de Alex e
coloquei na xoxota. Voltamos para o salão achando graça de tudo. Principalmente
dançamos e ouvimos aqueles versos que dizem que, na gafieira, o ambiente exige
respeito!
O jeito foi convidar Alex para dormir lá em casa. Dormir não é bem o termo. digamos
que, naquela noite, voltei a trabalhar como nunca. No dia seguinte, a xoxota
parecia uma mina de carvão cheia de mineiros a escavarem nas paredes. Quando
voltei a transar com Alex, três dias depois, a dor foi menor e o prazer muito
maior. Adoro caralhos-picaretas! |
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