Rebolei na gafieira - Conto Erótico - Queroumencontro.com
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Contos eróticos

Rebolei na gafieira


Rebolei na gafieira Depois de alguns dias curtindo a maior depressão porque tinha sido demitida de meu emprego, minhas amigas foram lá em casa tentar me animar. Cismaram que tinha que ira à festa da antiga turma da faculdade e só acabei indo porque insistiram muito. O agito aconteceria numa gafieira.
Chegando lá, fui logo pedindo uma caipirinha e dançando bastante. Já que tinha ido, queria me divertir. Só que não fiquei em uma dose. Lá pelas tantas, com mais outras caipirinhas na cabeça e dançando freneticamente, chamei um rapaz alto, loiro, que estava por lá para conversar. Como estava doidona, fui logo agarrando o cara, que se chamava Alex, e tasquei-lhe um beijão. Nossos corpos se tocavam e senti logo que o pau dele era enorme. Aquele volume pulsava por baixo da calça, se esfregando nas minhas pernas, querendo pular na minha xoxota alagadinha. 'Vamos dar uma trepadinha?' Alex deve ter me achado uma vagabunda, mas adorou, só não sabia que eu queria era trepar ali mesmo.
Puxei o gato pela mão e levei até a varanda, onde segurei aquele caralho, abrindo a calça dele. O salão estava cheio e escuro, facilitando o nosso lado. Encostei minha bunda em seu pau e comecei a dançar no ritmo da música. Num gesto rápido, abaixei um pouco a meia-calça e levantei a saia. Nunca vi um homem acertar minha xoxota na primeira enterrada, e de pé! Ele meteu de uma só vez, até os bagos, me arrancando um 'ai' de dor e prazer.
A pica era grossa, e pulsava dentro de mim. Gozei uma, duas, três vezes, quando ele me encheu daquele suco quente. Para disfarçar, continuava rebolando, facilitando a penetração. Só levei um susto quando um senhor elegante chegou na varanda para fumar. Ele olhou para nós, coçou o pau e deu um risinho, não notando que a porra de Alex escorria por minhas coxas. Ajeitei a roupa, peguei um lenço de Alex e coloquei na xoxota. Voltamos para o salão achando graça de tudo. Principalmente dançamos e ouvimos aqueles versos que dizem que, na gafieira, o ambiente exige respeito!
O jeito foi convidar Alex para dormir lá em casa. Dormir não é bem o termo. digamos que, naquela noite, voltei a trabalhar como nunca. No dia seguinte, a xoxota parecia uma mina de carvão cheia de mineiros a escavarem nas paredes. Quando voltei a transar com Alex, três dias depois, a dor foi menor e o prazer muito maior. Adoro caralhos-picaretas!
 

 

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