Chamo-me Sylvana, sou artista plástica
e esta história que vou contar a vocês ocorreu no interior do
Estado do Amapá no início dos anos oitenta. Trata-se de uma verdadeira
e inesquecível aventura. Lembro-me que era uma terça-feira ensolarada
de um fevereiro muito quente e eu me encontrava viajando sozinha
em meu carro por uma estrada bastante deserta: estava indo para
uma exposição no interior do estado. Como na época não havia ar
condicionado eu estava com muito calor, a garganta seca, e o suor
escorrendo pela face. Ao longe avistei um cruzamento com a via
férrea e próximo algumas construções muito antigas. Parecia uma
estação abandonada e parei o carro ali à procura de água. Desci
e dei algumas voltas ao redor da construção, constatando infelizmente
que não havia uma alma viva por ali.
Atravessando para os fundos, numa última tentativa, vi um paredão
de pedras, mato e entre elas um cano que formava uma bica de uma
água deliciosamente gelada. Olhei mais uma vez ao redor e não
resisti. Tirei minha sandália e toda a roupa que estava vestindo
- apenas um top branco e uma bermudinha jeans preta curtinha.
A água estava maravilhosa e enquanto eu tomava um banho delicioso
aquele ambiente todo ia mechendo muito comigo, despertando minhas
fantasias. Sem secar nem o corpo nem os cabelos, vesti minha roupa
e decidi que não colocaria a calcinha...
Somente notei que estava sendo observada o tempo todo quando
me afastei da bica. No início o pavor tomou conta de mim, mas
quando mirei melhor aquele homem desconhecido meu medo foi sendo
substituído por aquela excitação que já tomava conta de meu corpo.
Percebi que coisas excitantes poderiam ocorrer e que isso só dependeria
de mim. Ele me fitava parado, bem calmamente, com o pé encostado
em uma das paredes e uma das mãos nos bolsos de sua calça jeans
amarrotada. Era loiro, tinha lindos olhos azuis e estava sem camisa.
Tentando resistir ao encanto que tomava conta de mim, pensei 'não
resisto e vou me aproximando... até chegar bem perto... deslizar
minhas mãos em seu peito, barriga, pernas... fitando os olhos
azuis mais bonitos que eu já vi, uma boca sedenta de vontade de
beijar todo meu corpo e um olhar insinuando que vai me deixar
louca de prazer naquele lugar abandonado...' Não me contive e
ele me recebeu com um sorriso: se eu fora até ali era porque realmente
eu sabia o que queria. Ficou parado da mesma maneira, admirando
o meu corpo ainda molhado, sem me tocar. Minha mão foi deslizando
com um caminho certo... desabotoei lentamente a calça dele e fui
descendo o zíper suavente... sentindo o tamanho do orgão que ali
estava à minha espera. Com a calça dele levemente aberta começei
a beijar o seu pescoço, descendo para o peito, que chupei bem
gostoso, para em seguida descer minha língua pela barriga dele
sentindo que ele não estava mais aguentando de tesão. Então pela
primeira vez ele disse:
- Não estou mais aguentando... Quem é você? Venha quero te acariciar...
Então eu disse a ele que ainda não era a hora dele, e com os
dentes fui tirando a calça dele e beijando as suas coxas, subindo...
beijando toda a sua perna... e dando mordidinhas de leve na parte
interna das coxas... com as mãos sentindo a sua bunda durinha
e gostosa. Então ele fez sinal para que eu parasse e apontou para
a bica de água. Eu entendi, tirei a cueca dele com as minhas duas
mãos, atirei para longe, e deitei-me sobre uma pedra bem próxima.
Os movimentos dele, de costas para mim, naquele banho delicioso
sob aquela fonte de água gelada me deixaram ainda mais excitada.
Eu abaixei o zíper das minha bermudinha e como estava sem calcinha
comecei a me acariciar de leve. Quando ele terminou, ficou no
sol me fitando com aqueles olhos azuis brilhantes e notei que
seu membro começava a crescer: era impossível um homem não se
excitar comigo ali, me tocando daquela maneira e gemendo baixinho.
Ele chegou bem próximo de mim e começei a beijá-lo de novo em
suas coxas molhadas, enquanto com as mãos ia conhecendo aquele
membro. Subi minha língua até chegar nas bolas, e passei a pontinha
em cada uma delas... Ele me olhou e pediu se eu sabia o quanto
prazer isso lhe causava. Como resposta, deslizei minha lingua
até chegar em seu pênis... mas sem chupá-lo, continuei com a ponta
da lingua, subindo de cima a baixo...
Como eu precisava admirar mais aquele corpo maravilhoso, deitei-o
sobre a pedra onde eu estava inclinada e comecei a fazer-lhe uma
deliciosa massagem nas costas e no seu peito, para livrá-lo de
qualquer tensão que ainda pudesse estar presente. Dei-lhe deliciosas
mordidinhas em sua nuca, ombros e fui descendo pelos braços dele,
até o bumbum. Quando ele não estava mais aguentando de tanto tesão
deixei que ele se virasse e me agarrasse. Deitou-me na pedra quente
e molhada pelos nossos corpos e me beijou a boca chupando a minha
língua enquanto com as mãos tirava toda o meu top. Segurou-me
o corpo um pouco erguido o com a língua foi descendo pelo meu
pescoço até chegar em meus seios que estavam duríssimos. Mordiscava
os mamilos enquanto com um dedo entrava por dentro de minha bermudinha
já aberta encontrando a minha xoxotinha ensopada e fresquinha.
Encontrou o meu clitóris com os dedos e começou a beijar a minha
barriguinha, bem dos ladinhos, abriu minha bermuda e a retirou
rapidamente, para alojar sua língua entre os lábios da minha xoxotinha.
Comecei a tremer de prazer quando ele começou a mordiscar levemente
meu clitóris com a sua língua bem durinha e áspera. Ele o fez
com tanta perfeição que gozei logo em sua boca. Então fiz o que
não tinha feito antes: deitei-o e peguei no membro dele, mais
duro e quente que a pedra sobre a qual estávamos. Coloquei-o todo
dentro de minha boca e comecei a mamá-lo devagar enquanto com
as mãos apalpava a sua barriga, o seu bumbum e as bolinhas dele.
Estava me deliciando com o gostoso movimento de vai e vém do membro
dele dentro de minha boca, em contato com os meus lábios. Quanto
notei que ele iria gozar, envolvi o membro dele com as minhas
duas mãos, deitei-me e acariciei-o deliciosamente até que ele
gozou todo o seu líquido quente sobre os meus seios. Adorei e
levei o membro dele de encontro aos meus mamilos para que ele
terminasse de sentir o seu prazer plenamente.
Grande foi a minha surpresa quando notei que o membro dele continuava
duro e quente: uma excitação redobrada tomou conta de mim novamente!
Abri minhas pernas e ofereci minha grutinha ensopada para ele.
Ele me beijou, me segurou e me penetrou devagarinho, iniciando
um movimento circular que envolvia toda minha xoxota num ritmo
maravilhoso. A base do pênis dele tocava exatamente em meu clitóris
durante os movimentos e logo eu gozei , cravando meus dentes no
pescoço dele. Achei que tínhamos terminado quando ele me conduziu
até uma parte plaina entre as pedras e me colocou de quatro, naquele
cenário com gosto e cheiro de selva. Ofereci toda minha xoxotinha
para ele, que me comia enquanto segurava meu corpo pela cintura.
Fui às núvens quando ele enterrou tudo e ficou fazendo movimentos
dentro de mim, bem no fundo de minha grutinha. Quando notou que
o gozo estava se aproximando de novo, ele se inclinou um pouco,
segurou meus dois seios com suas mãos cheias e trouxe seu corpo
ainda mais para dentro do meu. Até então eu nunca imaginara que
um homem poderia gozar tanto e tão intensamente. Depois ele me
colocou de pé de costas para ele e retirou seu mebro de dentro
de mim para que eu terminasse de chupá-lo e o livrasse de qualquer
resíduo dos seus líquidos.
Olhei bem para os olhos dele. Sou uma mulher bonita, tenho cabelos
loiros naturais, ondulados até o meio das costas, olhos verdes
e já fora desejada por muitos homens, mas aquela acabara de ser
uma das experiências mais excitantes de minha vida. Não tive dúvidas:
como meus compromissos seriam só dali a dois dias, acabei não
resistindo ao desejo de ficar naquele local até o dia seguinte
bem cedo, apreciando aquela maravilhosa paisagem silvestre e os
encantos que aquele homem me proporcionava.
Ao término da exposição, três dias após, voltei pela mesma estrada
e parei no mesmo local, mas para a minha desolação não havia ninguém
e eu tinha compromissos na capital, e assim não poderia ficar
ali à espera. Voltei para casa um pouco chateada pois desejava-o
muito e ele não saia de meus pensamentos. Cheguei a me tocar no
hotel pensando em tudo aquilo que tinha se passado. Uns dez dias
após, numa madrugada, eu estava dormindo quando o telefone tocou
do lado da minha cama. Reconheci a voz imediatamente e ele me
disse que estava na cidade e não tinha onde passar a noite. Um
sorriso brotou de meu rosto: dei-lhe meu endereço e não dormi
enquanto a campainha de meu apartamento não tocou. Me segurei
para não recebê-lo apenas de lingerie. Mas a sequência, é claro,
vai ficar para um outro conto. |