Minha namorada, Marta,
tinha 17 anos e eu 21. Ela era baixinha e tinha cabelos grandes.
Seu corpo era bonito e bem torneado. Suas pernas, curtas, eram
extremamente bem feitas o que lhe conferia uma silhueta gostosa.
Nunca havíamos passado das contas. Ela era virgem e queríamos
que ficasse assim. Mas, naquele sábado, foi inevitável. Estávamos
sós na sua casa, após a saída da sua irmã.
Ele tomara um banho e estava ainda fria e cheirosa. Sentamos no
sofá e ficamos nos beijando normalmente. Naquele dia eu percebi
que ela estava mais entregue aos carinhos e se deixando cair mais
fortemente nos meus braços. Na verdade, ela estava de olhos meio
revirados quando me beijava.
Pedi que ela deitasse no meu colo. Ela afastou o cabelo e veio.
Colocou os braços em torno dos meus ombros e começamos a nos beijar
ardentemente. As coisas foram esquentando até que, simulando um
acidente, toquei nos seus seios. Ela se contorceu de gozo e segurou
a minha mão no seu peitinho. Aí entendi que ia rolar um clima. Levantei
e fechei a porta para ficamos mais à vontade.
Ela estava de short de malha que desenhava bem o seu corpo. Passei
a outra mão no seu joelho e fui subindo. Ela apenas parou esperando
o desfecho. Quando cheguei perto da sua vagina, ela parou de respirar.
Quando toquei, ainda por cima da calcinha, ela deu gemidos e choques
e pude sentir o corpo dela estremecer.
Afastei a calcinha e a toquei. Ela foi ao delírio. Estava toda molhada
e foi fácil deslizar os meus dedos, tocando-a. Em poucos instantes,
após uma sessão de toques, ela gozou pela primeira vez na vida.
Seu corpo parecia em convulsão. Foi tanto gozo que ela desfaleceu
nos meus braços. Depois disso, eu fiquei pensando como eu gozaria.
O meu pênis estava prestes a explodir.
Meu sem jeito e sem planejar nada, pedi que ela ficasse de bruços.
Abaixei o seu short até o meio das coxas e pude ver a sua bundinha
virgem. Pensei em deitar por cima, mas tive medo. Confesso que não
sabia como fazer. Era uma situação nova. Era uma moça que eu gostava.
Não sei como, pedi que ela se ajoelhasse. Meio temerosa ela obedeceu.
Desci o seu short até o meio das suas coxas. Ela procurou esconder
o corpo, mas era impossível. Me posicionei por trás dela e encostei
o meu pênis na sua bunda. Senti uma dificuldade natural. Ela parece-me
que compreendeu, ficou numa posição melhor e ajudou-me conduzindo
com a mão até a entrada do seu ânus.
Quando toquei a sua entrada, fiquei louco e com medo de machucá-la.
Mas carinhosamente introduzi a cabeça. Ela gemeu, mas agüentou.
Quando senti que estava dentro, comecei um vai e vem lento, compassado;
deitei o meu corpo sobre o dela e fui aumentando o ritmo. Perguntei-lhe
se doía ela me disse que eu ficasse tranqüilo que estava tudo bem.
Mas, mesmo assim, estava receoso. Ela fazia caretas e eu sabia que
eram de dor. Afinal, os meus quase 17 cm estavam quase todos dentro
da sua bundinha. Quando menos percebi, o gozo veio em forma de jatos
e jatos de esperma que encheram o seu traseiro e sujos as suas pernas.
Gozei como um louco e ela, embora em meio às dores, sentiu um enorme
prazer de fêmea. Ficamos parados e meio encabulados. Mas retornamos
ao normal quando ela voltou do banheiro onde fora se lavar. Em também
fiz a minha higiene. Havia sangue na cabeça e no começo do meu pênis
o que me deixou nervoso.
Perguntei-lhe se ela havia se machucado. Ela me disse que sangrou
um pouco, estava ardendo, mas estava tudo bem e que tinha sido gostoso.
Nisso o telefone toca. Era sua irmã dizendo que só voltaria às 22
horas e que nós fôssemos jantar. Foi a senha. Quando sentimos que
estávamos livres, instantaneamente, ela se atirou aos meus braços
como se dissesse que poderíamos e deveríamos recomeçar.
Eu a fiz gozar de novo. Desta vez ela estava mais à vontade. O
clima já era outro. Éramos íntimos. Quase amantes. Ela gozou muito
e não falando coisa com coisa, pediu que eu aumentasse o ritmo
dos dedos e pude sentir que ela se revelava uma tremenda mulher.
Quando terminou, quase gritando e pulando, virou a bunda para mim
e já foi se posicionando. Desta vez, quando enfiei ela gritou e
pude perceber que ela estava chorando de dor. O meu penis estava
mais duro e grosso do que nunca.
Perguntei se ela queria que eu parasse e em reposta ela disse que
eu fosse mais rápido. O meu penis, na segunda relação, já estava
quase todo dentro dela. Ela gritava e contorcia a cabeça abanando-a
para os lados.
- Ai, amor. ta me rasgando toda. Está doendo muito.
Quis retirar, mas ela proibiu e mandou terminar. Em poucos segundos,
ela mordendo uma almofada por causa da dor, pode sentir novos jatos
de esperma dentro das suas entranhas. Quando retirei o penis todo
melado de esperma, ela deu um gemido de alívio. Vestiu sua calcinha
e foi ao banheiro se lavar.
Voltou e ficamos juntos, cansados, curtindo os nossos gozos. Dormimos
um pouco e relaxamos. Quando acordamos daqueles estado, ela já estava
pronta para me provocar de novo. Desta vez, eu a toquei e ela
me masturbou na sala mesmo. Percebi que ela ficou um pouco admirada
com o tamanho do meu penis e pensava como coube na sua bundinha.
Somente agora ela pode ver de perto o seu carrasco.
Estamos casados e somos felizes. Até hoje como a sua bundinha
que continua gostosa e apertadinha...
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