Sou muito vaidosa e gosto de manter
meu corpo liso e sem estrias. Para isso, sempre andei, corri e
fiz ginástica de maneira a manter a forma física, queimando as
gordurinhas em excesso, principalmente depois de uma certa idade.
Numa quinta-feira, de abril, com esse objetivo, resolvi dar
uma volta de bicicleta pela Lagoa da Pampulha, perto de onde moro.
Coloquei um short de malha e fui pedalar, sem hora para voltar,
já que tinha toda a tarde disponível.
A forma anatômica do banco da bicicleta pressionava a minha
vagina e os movimentos das pernas quase se transformavam numa
masturbação, o que me deixou cheia de tesão, a ponto de começar
a observar os carros que passavam por mim, principalmente os motoristas
que olhavam com malícia para as minhas pernas.
Lembrei de um ditado popular que diz que quando uma mulher quer
é como água morro abaixo, fácil de acontecer, e fiquei imaginando.
Pouco depois, numa área mais deserta, passou por mim uma caminhonete
cabine dupla e sorri para aquele par de olhos que se fixaram em
mim.
Mais adiante, vi a caminhonete parada, como se estivesse a minha
espera, e realmente seu motorista me interceptou, pedindo para
falar comigo por um instante.
Ele me disse que estava de folga e disponível para curtir aquela
bela tarde. Eu fiz uma cara de expectativa e ele continuou, me
perguntando se não queria ir com ele a um motel, para curtirmos
a sua folga juntos.
Eu pensei, pensei, engoli em seco, avaliei bem o volume que
se destacava ainda mais na bermuda, criei coragem e, estimulada
pela minha fome de sexo, resolvi aceitar o convite.
Sem mais nada falarmos, ele colocou a bicicleta na caçamba da
caminhonete e dirigiu rapidamente, quase correndo, para o motel
mais próximo. Lá, escolheu uma suíte, daquelas de muitos espelhos,
piscina....um ambiente convidativo ao prazer.
Logo que entramos ele me abraçou, apertando meu corpo junto
ao seu. Levou sua mão entre minhas coxas, ainda sobre o short,
com leveza e carinho, e deu um leve apertão em meu sexo que me
fez estremecer de ansiedade. Depois deslizou a mão por dentro
da roupa e roçou seu dedo por meus grandes lábios, que se entreabriram
imediatamente.
Enquanto isso, ansiosa por conhecer o seu volume, eu enfiava
a mão dentro de sua bermuda e sentia um tamanho que me dava água
na boca.
Quando tirou minha blusa, passou a mão por meus mamilos já inchados,
ele os beijou antes de se preocupar em tirar meu short, que foi
arriado junto com a minha calcinha branca, inteiramente molhada
de suor e sexo.
Aquele meu cheiro tomou conta do ambiente, deixando meu companheiro
no cio, completamente transtornado, a ponto de me deitar na cama
e imediatamente enterrar seu rosto entre minhas pernas, me cheirando
e passando a língua quente na racha da minha vagina, me levando
a ver estrelas.
Mas eu queria mais, queria pegar a sua peça. Não resistindo
a vontade, levei-o a boa, engolindo-o de uma maneira que o senti
quase na garganta enquanto massageava e apertava as suas bolas
de leve. Entretanto, para não deixá-lo gozar logo, trouxe-o para
cima de mim e dirigi sue pau para a entrada da minha gruta sedenta.
Em poucos minutos chegamos ao êxtase total e, para não deixar
seu líquido seminal escorrer para dentro de mim, retirei seu pênis
e, com a mão, ajudei-o a expelir seu jato sobre minha barriga
e meus seios.
Foi muito bom, mas o importante de minha aventura é saber que,
daqui pra frente, quando quiser sair da rotina do sexo em meu
casamento, basta sair pedalando por aí, fazendo aquele jogo da
bicicleta, que nenhum macho poderá escapar........ |