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FESTA NA MANSÃO |
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Nem tinha tirado a mesa do jantar quando
Patrícia telefonou. Queria que eu largasse tudo e fosse a uma festa
com ela. 'Vai ser porreta! Você não pode perder, Lílian', insistiu.
Relutei, pensei e acabei topando a parada. Que tinha a perder? Àquela
altura, meu marido em mais uma viagem de negócios, com certeza estava
atracado com alguma sirigaita de perfume barato e unhas malfeitas
num puteiro qualquer lá do cantão onde se meteu.
Liguei de volta para Patrícia e combinei de encontrá-la mais tarde, perguntando
que roupa deveria usar. "A mais sexy que você tiver", respondeu, emendando
com uma gargalhada das mais sacanas. Divorciada há três anos, Patrícia era daquelas
amigas que Alfredo, meu marido, sempre sugeria que eu evitasse. Como se eu não
soubesse o desejo que tinha por ela.
A festa era numa mansão lotada por homens bonitos e bem-vestidos. Patrícia insistia
que eu conhecesse o Mário, um rapaz distinto, solteirão convicto e, dizem as
boas línguas, montado na grana. 'O suficiente para você mandar aquele barrigudo
do seu marido ir pastar', alfinetou. É, até que não era má idéia...
O engraçado é que o Mário, muito tímido, desviava o olhar toda vez que me encontrava.
A coisa só melhorou lá pelas duas da manhã, quando, cheio de uísque na idéia,
ensaiava alguns passos na pista. Me aproximei e comecei a dançar ao lado dele.
Eu bebera vinho e estava mais pra lá do que para cá. E Mário notou isso logo.
'Posso levá-la pra casa, se preferir.' Aceitei o convite sem lembrar que tinha
chegado ali com Patrícia que, àquela altura, dava para um garçom na garagem,
como me contou depois.
Acho que dormi na maior parte do trajeto, pois , quando me dei conta, estava
deitada no sofá da casa de Mário, descalça e com a roupa toda amassada. A sala
estava escura e o único sinal de vida era a musiquinha suave que vinha do aparelho
de som. Onde estaria Mário? Na verdade, demorei um pouco para ter a certeza de
que estava em sua casa mesmo. As pistas eram os sapatos largados num canto e
a calça no outro.
Fui tateando pelos cômodos até chegar ao quarto, onde encontrei Mário deitado
totalmente nu, no maior sono. A luz do abajur iluminava seu membro adormecido,
fazendo encher de saliva minha boca. Sem fazer barulho, deixei o vestido e a
calcinha na estante, deitei ao seu lado e comecei a fazer um leve carinho em
seu membro, comecei a chupá-lo com todo carinho, dos bagos à cabeçorra.
Em pouco tempo, o corpo adormecido reagiu, dando ótimos sinais de vida. Mário
agarrou meus cabelos, soltando gemidos e pedindo que não parasse. 'Quero gozar
nessa boquinha', avisou, ainda meio bêbado. Completava o sexo oral, usando as
mãos para massagear o pênis, dando beliscões naquele saquinho. Mário ia aos céus,
urrando. 'Não para', implorava. 'Vou gozar!' Pensei em tirar a boca, mas era
tarde, engoli toda a dose daquele maravilhosos suco.
O engraçado, ou pior, o dramático é que Mário voltou a dormir logo depois de
gozar. Ver aquele pau se recolher foi um desafio ao meu tesão. Cai de boca novamente
no monumento e consegui o que queria. De volta ao combate e ajudado pelos meus
dedos, já de camisinha, o mastro foi conduzido à minha xaninha com certa dificuldade.
Mas o suficiente para Mário despertar e começar um delicioso movimento de entrar,
entrar mais e sair totalmente, antes de voltar com força total. 'Mete mais, encosta
no útero', eu ordenava, ensandecida.
Meu marido barrigudo nunca me fez gozar tanto. Talvez com as negas dele conseguisse
fazer igual... Mas, deixando os lamentos de lado, o final daquela noite foi ótimo.
Aliás, o início de uma série.
A única coisa que me constrangeu foi encontrar, numa das minhas idas à casa de
Mário, uma foto dele ao lado do meu marido. Eram amigos de longa data e eu nunca
soube. Perguntei por que Mário não me contara e ele mandou a seguinte pérola:
'Assim fica mais gostoso.' É, homem é tudo igual, só muda o endereço... E o jeitinho
de trepar! |
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