CONFISSÕES
DE UMA EXIBICIONISTA |
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Sou uma exibicionista e adoro dar às
pessoas a oportunidade de ver minhas partes íntimas. Também adoro
representar atos sexuais espetaculares diante de olhos curiosos.
Divirto-me pensando que estou fazendo-as delirar e divertir-se diantede
minhas exibições surpreendentes.
Há um tempo atrás, trabalhava numa boate de strip-tease, mas o estilo dali não
se adequava ao meu. Cada noite, quando subia ao palco, fazendo poses provocativas
e gestos sensuais, ouvia -enquanto me despia- gritos desvairados dos homens pedindo
mais. Eu me excitava com cada grito e terminava mostrando mais do que devia.
O responsável, ao final de cada ato, me repreendia e um dia me disse que se quisesse
sexo fosse trabalhar em outro lugar. Resolvi aceitar seu conselho.
Encontrei trabalho em um lugar que não era nada convencional. Ali, os homens
pagam para olhar por trás de um vidro as garotas dançando. É obvio que cada espectador
podia fazer o que quisesse enquanto observava a garota de sua preferência e a
maioria aproveitava a oportunidade para masturbar-se. Aquilo me encantava e fazia
algumas coisas realmene escandalosas para que gozassem mais rapidamente. Nisso
eu era muito boa. Os homens sempre voltavam para ver-me e, assim, consegui uma
apreciável reputação como estrela pornô.
Enquanto dançava, meus seios saltavam e vocês nem imaginam quantos homens chegam
a enlouquecr com isso. Também costumava introduzir diversos objetos na xoxota,
não apenas os tradicionais vibradores, mas também todo tipo de coisas, algumas
realmente inovadoras. Quanse enlouqueci um sujeito que havia ido ali especialmente
para ver-me, no dia em que masturbei-me com uma vela que se acendia no momento
exato em que começava a gozar.
Havia um outro homem, que teria por volta de 50 anos, que esfregava o pau contra
o vidro enquanto eu pressionava a xoxota no mesmo lugar, do lado oposto.
Depois de um tempo ali, também aquela boate aborreceu-me. A diversão havia se
esgotado e eu necessitava desesperadamente excitar-me. Sentia falta de algo arriscado
que me entusiasmasse. Não é que eu deseje machucar-me, mas, nesse negócio de
exibicionismo, tudo se baseia no choque que produz ou no fato de estar fazendo
algo ousado e proibido. Não há nada que me proporcione mior prazer do que observar
como a cara de um homem se transforma quando se dá conta de que se encontra diante
de minha xoxota.
Vou dar um exemplo para que entendam: Viajava sentada em um ônibus e a meu lado
sentou-se um rapaz de uns 20 anos. Eu fingia estar lendo o jornal, sem nem sequer
olhar para ele. Vestia uma saia curta e enfiei minha mão direita, deslizando-a
entre as coxas. Percebi que havia captado a sua atenção. Depois, pus minha mão
entre a saia e consegi colocá-la na xoxota, tomando as precauções necessárias
para que a mão fizesse volume debaixo do tecido da calcinha, e comecei a masturbar-me,
enquanto ele se revirara incômodo no seu assento. Notava-se perfeitamente a ereção
que crescia por baixo de sua calça e sua respiração tornou-se mais pesada e quente.
Em seguida, tirei os dedos da vagina e os coloquei na boca, lambendo-os, enquanto
com a outra mão dei-lhe uma beliscada no pau. Ele quase saltou da poltrona e,
na parada seguinte, desceu correndo.
Não sei porque sou assim, pois nao tento analisar as coisas, apenas vivê-las.
Uma vez, confessei a uma amiga meus hábitos, pensando que ia entender-me, mas
equivoquei-me. Ela chamou-me de pervertida e aconselhou-me a procurar um psiquiatra.
Fiquei tão furiosa que lhe mostrei a bunda e foi o fim de nossa amizade.
Não faço mal a ninguém, de maneira que não vejo por que tenha que deixar de fazer
o que faço. Pessoalmente, acho que, se ela tivesse a coragem para fazer o que
lhe desse na telha, veria as coisas de maneira muito diferente.
Uma vez, recebi uma verdadeira surpresa quando fiz uma de minhas exibições na
plataforma de uma estação do metrô. Abri o casaco diante de um sujeito para mostrar-lhe
que estava nua em pêlo por baixo. Ele, em resposta, abriu seu próprio abrigo...
mostrando-se como veio ao mundo. Seu pau era grande e duro e quase me afogou.
Em certo momento, fui tomada de pânico, perguntando-me que loucura estava fazendo
ali. Então, comecei a rir a gargalhadas e não conseguia mais parar. Ali estávamos
os dois, cara a cara, um par de exibicionstas, sem conseguir o que queriam.
Bem, depois deste relato estou excitada até a ponta dos dedos dos pés e acho
que vou despir-me e subir no terraço. Sinto-me tão quente quanto uma rocha ao
meio-dia no deserto. Sinto uma cócega que precisa ser aliviada. Tchau, a gente
se vê. |
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