O quarto era bastante
aconchegante, com móveis de madeira bruta, trabalhada artisticamente.
A enorme cama de casal tinha espaço suficiente para quatro pessoas
e na parede que ladeava a cama, um grande espelho estava fixado.
O forte calor que fazia, apesar da deliciosa brisa que entrava
pela grande janela envidraçada, levou Fellicia a tirar a minissaia
e a miniblusa que usava, revelando toda a beleza nua do seu corpo
de mulher de 30 anos, bem queimado de sol, sem marca de biquíni.
Deitando-se voluptuosamente na enorme cama, ela convidou Carmem
e Gabriel a seguirem o seu exemplo. Carmem, desinibida, foi a
primeira a despir-se e deitar ao lado da Fellicia, abraçando-a
e dando-lhe um beijo nos lábios, enquanto fazia um carinho nos
seios dela. Gabriel teve uma excitação instantânea ao presenciar
as duas se acariciando e mais estimulado ainda pela visão de duas
mulheres muito bonitas inteiramente nuas à sua frente. As duas
sorriram ao olharem para ele e constatarem que ainda estava de
bermuda, empinada para a frente pelo membro excitado. Carmem exclamou:
- Tire logo essa bermuda, Gabriel! Quero constatar o que a Fellicia
já me contou, que você é bem dotado! Vamos, não fique inibido, tire
logo para eu matar a minha curiosidade de mulher e ver essa pujança
que está empinando a sua bermuda! Já estou ficando toda molhada
só de imaginar como ele é! - Quando Gabriel abaixou a bermuda e
a cueca, ela exclamou:
- Uaaaau! Que maravilha de instrumento você tem!
- Maravilha é tê-lo todo dentro, ou galopando sentada nele, recebendo
o prazer que o dono dele sabe proporcionar! - Fellicia enquanto
elogiava Gabriel estendeu os braços, para que ele fosse deitar-se
no meio das duas. Quando ele estava no meio delas, sentindo toda
a eletricidade da excitação enorme que fazia avolumar o seu membro,
sentiu que a Carmem acariciava-o e puxava-o, pelo membro, para enlaçá-lo
com as coxas, com ares de proprietária. Fellicia empurrava Gabriel,
instigando-lhe as nádegas com o corpo colado ao dele, enquanto beijava
a sua nuca, fazendo-o ficar com o corpo todo arrepiado, como se
estivesse com frio. Carmem balançava o corpo enquanto transpirava
de prazer e tesão e com um olhar guloso, que ela gostava de usar,
aproximou o rosto ao do Gabriel e colou os lábios nos dele. Fellicia
incentiva-a a soltar o prazer, a deixar vir a avalanche de prazer.
Carmem continuou a mexer o corpo, mantendo enlaçado o membro dele,
enquanto ela beijava sofregamente e com paixão os seus lábios. Em
poucos minutos o corpo dela começou a estremecer todo com a descarga
energética que ela sentia com o forte orgasmo. Gabriel ficou impressionado
como ela tinha orgasmos facilmente. Fellicia exultava de alegria
ao ver a amiga convulsionada de prazer e depois que Carmem relaxou
e abriu os olhos, beijando Gabriel e dizendo um obrigado pelo prazer,
ela perguntou a se ele queria chegar ao final.
- Só se você quiser que eu lhe dê prazer também!
- Meu querido, eu demoro para chegar a ter prazer logo após o almoço,
pois fico preocupada com a digestão. Vamos guardar energia para
mais tarde, quando poderemos brincar bastante entre nós, está bom?
Eu prefiro agora cochilar um pouco aproveitando esse soninho que
a cerveja está me dando...
- Fellicia, se você não quer usufruir dessa pujança, deixe-me ter
a alegria de adormecer com ele dentro de mim. - E enquanto falava,
virou Gabriel de costas e sentou-se, sem a menor cerimônia, no membro
dele, engolindo-o inteiro dentro dela. Depois, sem movimentar-se,
com os braços segurou Gabriel e rolou de cima dele, deitando-se
lado a lado com ele. Ficou quietinha, sem se mexer, apenas olhando
nos olhos dele e sorrindo, enquanto ele também permaneceu imóvel,
olhando para ela e também, sorrindo. Gabriel sorria para ela enquanto,
com uma das mãos, acariciava levemente um dos seus seios. Fellicia,
chegando o corpo por trás do Gabriel, enlaçava o corpo dele, colocando
por trás uma das suas pernas no meio das dele. E foi assim que os
três adormeceram...
Esta é uma amostra do livro Os segredos de Fellicia, de Antonio
de Andrade, encontrado pelo site
www.editora-opcao.com.br